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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Fiorilo alerta para falta de médicos e defende aumento na remuneração de profissionais de saúde

O vereador Fiorilo disse hoje, na tribuna do plenário da Câmara, que um problema chave na situação da saúde de JF é a baixa remuneração dos médicos, não só dos salários, mas dos valores pagos pela tabela do SUS. Segundo Fiorilo, até alguns anos atrás o desafio da saúde pública era conseguir vagas para internação ou para cirurgias. Hoje, no entanto, há vagas, mas faltam médicos. E o problema seria exatamente a baixa remuneração. Diante dos baixos valores pagos, os médicos que atuam na cidade têm se desligado do sistema público e atuado apenas na rede particular. Como exemplo, Fiorilo apontou vários procedimentos cirúrgicos para os quais o SUS paga em torno de R$160, R$180, valor que deve ser dividido entre três profissionais: o cirurgião, o assistente e o anestesista.

Fiorilo também destacou a notícia de que o município de Belo Horizonte disponibilizou R$23 milhões em 2009 e R$40 milhões em 2010 para complementar os valores pagos pela tabela do SUS e sugeriu que se discutisse medida semelhante em Juiz de Fora. Para Fiorilo “sem resolver o problema de remuneração de médico em JF não há como resolver os problemas da saúde na cidade”.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Fiorilo apoia reivindicações de médicos municipais

O vereador Fiorilo afirmou hoje, em pronunciamento no plenário da Câmara, que as reivindicações dos médicos municipais são legítimas e que a discussão sobre o reajuste é necessária e urgente. Para ele a defasagem de 25% dos salários dos médicos em relação às demais categorias de nível superior do quadro da Prefeitura é injustificável, principalmente se considerado o valor absoluto de R$1.100,00 pago aos médicos de postos e UBSs.

Fiorilo parabenizou o vereador José Tarcísio pela solicitação de audiência pública para tratar do assunto e destacou que, além da questão do salário, os valores pagos pelo SUS são muito baixos. No caso de uma consulta, por exemplo, o valor varia de R$5 a R$8. Para o tratamento de uma criança com distúrbios metabólicos, com internação de cinco dias, paga-se R$29,37, ou seja, menos de R$6 por dia.