Em busca da solução de diversos problemas da cidade e, principalmente, da região de Santa Luzia, o vereador Fiorilo encaminhou 56 solicitações à Prefeitura, por meio de requerimentos. Os pedidos incluem asflatamento de ruas, iluminação, mudanças no trânsito, restauração de passeios, abrigos em pontos de ônibus e capina. Também há solicitações para solução de problemas no atendimento à saúde, como contratação de médicos de família para Nova Era II. Além disso, Fiorilo reforçou outros pedidos antigos que até hoje ainda não foram atendidos.
Este é o canal de comunicação do vereador José Mansueto Fiorilo, do PDT de Juiz de Fora. Acompanhe o dia a dia do Gabinete, do plenário da Câmara e todas as atividades do mandato do vereador Fiorilo.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Fiorilo discute com comunidade soluções para o atendimento à saúde em Nova Era II
O verador Fiorilo participou na noite desta quinta da reunião do Conselho Local de Saúde do bairro Nova Era II, atendendo convite da Presidente da Associação de Moradores, Talita Nascimento, e do Presidente do Conselho de Saúde Local, Valtencir de Oliveira. O encontro serviu para que moradores e conselheiros apresentassem para Fiorilo as principais carências da UAPS que atende a região. O grande problema é a falta de médicos, que já motivou, inclusive, uma grande manifestação em setembro do ano passado. A unidade foi inaugurada em maio de 2010 e, segundo o projeto, teria três equipes de saúde da família. Entretanto, hoje em dia há apenas uma médica, que atende 10 pacientes por dia e 04 casos de urgência. A informação dada pela Prefeitura é de que já há duas médicas escaladas para a UAPS, e falta, apenas, assinar suas carteiras de trabalho. Segundo a Secretaria de Saúde é esperado que as médicas assumam os cargos entre os dias 15 e 20 de fevereiro.
Fiorilo se comprometeu a fiscalizar o cumprimento desse prazo, bem como a interceder para tentar melhorar as condições de atendimento da unidade. Segundo os funcionários, a desorganização da UAPS e a dificuldade dos pacientes em conseguir atendimento causa, além do transtorno para os moradores da região, insegurança para os servidores. A falta de vagas e a ausência de médicos suficientes gera revolta de muitos pacientes, e alguns chegam a fazer ameaças aos servidores.
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